Duas éguas brancas galopando na pista de grama do Hipódromo da Gávea

Faço algumas fotos verticais de cavalos galopando, mas elas ocupam muito espaço na tela do computador. Uma opção é montar duas fotos verticais, lado a lado, para distribuir melhor o espaço.

E escolhi as imagens abaixo, das éguas Zafira e Spring Love, ambas da raça Puro-Sangue Inglês, que até recentemente participavam de corridas no Hipódromo da Gávea, Rio de Janeiro. Acho que merecem ilustrar o meu blog pois ficaram bem nítidas, embora estivessem em movimento (galope de apresentação ao público).

Os equinos de pelagem tordilha (pelos brancos e pretos) são os preferidos do público que comparece aos hipódromos por serem mais raros e – imagino eu –mais vistosos por causa do contraste de cores com o ambiente.

Éguas Zafira e Spring Love, ambas da raça Puro-Sangue Inglês

Éguas Zafira e Spring Love, ambas da raça Puro-Sangue Inglês

A égua Old Tune amplia o sucesso da criação de cavalos brasileiros (raça PSI de corrida) nos Estados Unidos

Embora o turfe seja um esporte que encolheu em público e em volume de dinheiro, a criação de cavalos de corrida – raça Puro-Sangue Inglês – só evoluiu e compete em igualdade de condições na meca das corridas de cavalos, que são os Estados Unidos da América.

Em 02/02/2013, no Hipódromo de Tampa Bay Downs (Florida), a melhor égua nascida em 2008 no Brasil correu pela primeira vez na América do Norte com o melhor resultado possível: mesmo sem correr desde abril do ano passado, a excelente corredora faturou o Endeavour Stakes (Gr.III), em 1.700 metros na grama, para fêmeas de 4 e mais anos, com US$ 150 mil de dotação (prêmio global aos melhores classificados e seus responsáveis).

Estampo abaixo a foto que fiz de OLD TUNE, minha ídola de quatro patas, quando ela conquistou a tríplice coroa de potrancas, em abril de 2012, no Hipódromo da Gávea (RJ):

Old Tune, égua PSI, craque de corrida

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O cavalo branco é o preferido do público que comparece aos hipódromos

O ser humano perdeu os pelos durante o processo civilizatório, e a cor – do indivíduo – mais visível é a cor da pele.

Entre os animais, as cores dos pelos é que são percebidas pelo olho humano.

Os cavalos de corrida – raça Puro-Sangue Inglês, ou PSI – possuem três pelagens básicas: castanho, alazão e tordilho.

Os tordilhos possuem pelos pretos e brancos, quando bem claros são identificados como os “cavalos brancos”.

É a pelagem mais rara na raça PSI, e a preferida do público.

Talvez seja realmente a mais vistosa, por causa do contraste com o ambiente.

Estampo abaixo a foto do cavalo argentino Mustang Force, que participou – sem sucesso – de uma das corridas mais tradicionais da América do Sul, o Gran Premio Carlos Pellegrini, disputado no Hipódromo de San Isidro, periferia da Grande Buenos Aires, em 15/12/2012.

Já estava escurecendo, mas o programa IrfanView fez as vezes do Photoshop e produziu uma boa imagem.

Os reflexos das grandes luminárias, já acesas, também ajudaram na composição:

Mustang Force, PSI argentino

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O Hipódromo de Palermo, em Buenos Aires, ajuda os turfistas com um telão

Palermo é o bairro chique de Buenos Aires, bem localizado, razoavelmente perto do centro.

E mais importante: tem um hipódromo bonito, rico, bem cuidado, bem frequentado.

No dia 14 de dezembro (2012) a luminosidade estava um pouco precária na capital argentina, mas foi suficiente para me permitir uma boa imagem da parte principal da pista de corridas, que é o disco de chegada.

E a diretoria da entidade administradora aproveitou a tecnologia e instalou um gigantesco telão, de ótima resolução.

Hipódromo de Palermo, Buenos Aires

Going Somewhere, o cavalo brasileiro que era zebra e surpreendeu os argentinos no Gran Premio Carlos Pellegrini

Comecei a frequentar as corridas de cavalos em 1970, aos 15 anos, e dois anos depois assisti ao meu primeiro Grande Prêmio Brasil, no Hipódromo da Gávea, Rio de Janeiro.

Na época, os cavalos de corrida argentinos eram considerados superiores aos brasileiros, o que era atribuído ao clima mais propício de seus campos de criação.

O cavalo brasileiro Fenomenal surpreendeu os favoritos argentinos e ganhou em 1972; em meu entusiasmo juvenil fiz o título de capa da revista sobre o turfe em Belo Horizonte mais ou menos assim: “Os argentinos não são melhores”.

Meu chefe e dono da revista, saudoso jornalista Achilles Márcio Reis, me advertiu: está errado, os argentinos são melhores. Nos quatro anos seguintes eles ganharam três vezes.

Mas a criação brasileira evoluiu e agora participa do Gran Premio Carlos Pellegrini, a mais tradicional prova argentina, em igualdade de condições: o brasileiro Xin Xu Lin ganhou em 2010, o brasileiro Veraneio perdeu por diferença mínima em 2011 e em dezembro de 2012 ganhou o menos esperado de nossos quatro representantes: Going Somewhere.

E foi a primeira vez que assisti à tradicional competição, disputada no Hipódromo de San Isidro, periferia da Grande Buenos Aires.

Apesar da queda da luminosidade do fim da tarde e da dificuldade de conseguir uma boa posição para a fotografia – milhares de expectadores – ainda consegui fazer a imagem da vitória de Going Somewhere sobre o melhor dos argentinos, Indy Point, e o mais cotado dos brasileiros, Didimo, que abaixo estampo:

Going Somewhere vence o Gran Premio Carlos Pellegrinisobre o melhor dos argentinos, Indy Point, e o mais cotado dos brasileiros, Didimo

Secretariat (“The Big Red”) foi um dos mais fantásticos cavalos de corrida, glória do turfe

Receio que este papo seja só para turfistas, para os que – infelizmente, não muitos – gostam das corridas de cavalos.

Para quem não é do ramo, basta rolar a página (ou usar o menu de datas, na direita) que encontrará algum tema que lhe agrade, pois tenho por hábito escrever muito, e sobre muita coisa.

O tema deste texto é Secretariat, o cavalo mais famoso do mundo na minha adolescência/juventude, um campeão – poucas vezes batido – que enchia os hipódromos dos Estados Unidos toda vez que competia.

Revi há pouco o filme estilo Hollywood sobre ele (intitulado Secretariat); adorei a parte esportiva, mas diretor e produtor cederam ao apelo comercial, e transformaram a história num dramalhão.

Pena que não seguiram o belíssimo exemplo do filme Seabiscuit, produzido em 2003 sobre um cavalo campeão dos anos 1930: a abordagem mais realista, e a contextualização no período pós-depressão econômica dos EUA, renderam até a indicação ao Oscar e a consequente classificação como um dos cinco melhores do ano.

A internet me propiciou agora, na segunda metade do século 21, ver os filmes (YouTube) das grandes vitórias de Secretariat, o que a parca tecnologia de 1973 não me permitiu.

E descobri que seu apelido era Big Red, pois ele era um alazão bem grande, pesando 1.175 libras, ou 533 quilos.

Um trator veloz que arrastava seus adversários, que cansavam – e no final ele ampliava a vantagem.

Ganhou a terceira prova da tríplice coroa (Belmont Park, em Nova York) por 31 corpos (uns 80 metros), diferença rara até em corridas para animais fracos.

Quem não gosta – ou nem conhece – não sabe o quanto o turfe é emocionante.

Para acessar o vídeo de sua inesquecível vitória no Belmont Stakes, terceira prova da tríplice coroa dos Estados Unidos, clique aqui.

E abaixo estampo uma série de fotos de Secretariat coletadas da internet; na primeira o fotógrafo teve a felicidade de paralisar o campeão no ar, voando baixo.

Secretariat

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A égua Pippa é número um do Brasil, até segunda ordem

Os cavalos e éguas velocistas, com seus músculos poderosos, próprios para o arranque, para a explosão de velocidade, são grandes frequentadores da seção de turfe e fotografia do meu blog.

Faltava exatamente a ganhadora do Grande Prêmio Major Suckow, principal corrida para velocistas no país, realizada em 04/08/12 no Hipódromo da Gávea, Rio de Janeiro.

E aqui está a égua Pippa, pesando meia tonelada, nascida no Brasil mas gerada nos Estados Unidos, pois veio no ventre da mãe, chilena de origem mas importada do hemisfério norte.

É uma belíssima alazã (pelos marrons), como se vê na foto abaixo, tirada no galope de apresentação, 15 minutos antes da corrida.

Pippa

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