O blogueiro Márcio trava amizade com um jacaré da Amazônia

Na mesma viagem à Amazônia (outubro de 2006) em que carreguei uma sucuri no povoado ribeirinho de São Tomé (margem do Rio Negro), meu grupo turístico participou de um contato com jacarés.

O método se chama focagem de jacarés. De barco, os guias nos levam a um ponto da margem do Rio Ariaú em que um grupo de répteis descansa. Depois apontam uma luz forte que paralisa os bichos e pegam um filhote pelo pescoço, impedindo que ele abra a boca. Depois passam o jacaré para os turistas e fazem fotos.

Acreditei no baixo risco e topei segurar e fazer a foto com o filhote da espécie Jacaré-açu, que estampo abaixo. Mas 15 minutos depois o barco alcançou outro ponto onde o jacaré capturado cravou os dentes no braço de uma guia e seus companheiros tiveram que se unir para abrir a boca dele. Fizeram um curativo e no dia seguinte ela trabalhou normalmente, com o braço enfaixado.

Abaixo a prova de minha valentia, mas não sei se o faria caso o incidente com a moça tivesse acontecido primeiro.

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