Um machismo linguístico: usar a palavra “homem” para representar todos os seres humanos

O machismo linguístico é um fato, embora nem todos concordem, alegando razões técnicas.

A maior frequência de desinências masculinas em nomes de objetos é um ótimo exemplo.

É consequência do machismo sociológico, que por sua vez é consequência da supervalorização da força física do macho, antes que a tecnologia a relegasse a segundo plano.

Reformar toda a língua, como o desejariam as feministas radicais, é uma utopia que não merece maiores comentários.

Mas há casos de machismo supérfluo, de fácil ultrapassagem, como o uso de “homem” para representar “ser humano”.

Tao banal que até as mulheres usam sem pensar no significado, e nem na facilidade de substituição.

E passo ao largo de uma potencial discussão sobre a possibilidade de a expressão ser humano também contar com um aspecto machista: a desinência masculina “o” em humano.

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