Luís Fernando Veríssimo recria um conquistador traído e suas aparências: “o homem é julgado por quem o substitui”

Luís Fernando Veríssimo foi o personagem de longa entrevista da revista Playboy (dezembro de 2011), onde disse que 80% dos textos atribuídos a ele, que circulam na internet, são falsos.

Contou até que, ao ser elogiado por um texto falsificado, foi maltratado pelo interlocutor depois de dizer que não era o real autor.

Arnaldo Jabor, que talvez dispute com ele o título de Mais Falsificado Na Internet, também já contou ter passado por reação idêntica do público.

Para tentar diminuir para 79% o índice de falsificação de Veríssimo, sugiro a leitura de sua crônica O Pires, publicada no Estadão, de 04/12/11.

Brinca com a vaidade humana ao contar a história do conquistador barato que ficou ofendido ao ser trocado por um homem comum: “um homem é julgado por quem o substitui, argumentou Paulo”. Assim filosofou o personagem narcisista.

A reação do conquistador Paulo merece uma leitura completa; para minha surpresa não consegui localizar o artigo no site do Estadão, mas encontrei um site que copiou seu inteiro teor.

Como conferi e verifiquei que o jornalista Heraldo Moreira, autor do blog, usou o copiar-colar corretamente, o acesso que pode ser feito clicandoaqui.

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