A droga leva o assaltante excitado a apertar o gatilho

Em recente viagem a Portugal, tive oportunidade de observar o contraste entre o noticiário internacional e a infraestrutura local.

Enquanto a mídia de todo o mundo destaca a crise econômica portuguesa, observei uma absoluta maioria de casas e prédios novos ou bem cuidados, e também ótimas estradas, o que garante um permanente fluxo de turistas.

Pedro Garção, bem informado guia da poderosa operadora de turismo Abreu, fez coro à crise econômica mas explicou que a indústria do turismo ainda está efervescente.

Quanto ao próprio povo, garantiu que apenas 500 mil dos 10,5 milhões de habitantes estão em boas condições financeiras, com capacidade de praticar o turismo.

O Brasil está em situação inversa: a economia está favorável mas o turismo interno tem pouca expressão econômica, ainda que esteja melhorando seguidamente.

A violência pública é, provavelmente, o maior fator de retração turística internacional, e as notícias de acidentes e crimes só elevam esta barreira.

O mais recente caso foi o assassinato do chef de cozinha suíço Nicolas Friedrich Hans Dornaus, baleado nas costas por assaltantes em São Paulo no dia 10/07/11.

Ele nem era turista de fato pois morava no Brasil desde criança, mas este detalhe não vai ajudar a desfazer a desconfiança e o medo que cada notícia deste tipo produz no Primeiro Mundo.

O ex-policial do BOPE Rodrigo Pimentel, agora comentarista de segurança da TV Globo, informou no telejornalístico Bom Dia Brasil que “o homicídio está caindo em São Paulo há, pelo menos, 15 anos. Trata-se de uma redução muito acentuada, mas o latrocínio aumenta. Ou seja, o roubo seguido de morte”.

E explicou: “A única explicação para isso é o crack. É o bandido mais apavorado e mais estimulado na hora do roubo. É a explicação mais razoável para uma cidade cada vez mais segura e com cada vez menos mortes nos homicídios e cada vez mais mortes durante os roubos. Ainda segundo a Polícia Civil de São Paulo, há apenas uma morte a cada mil roubos em São Paulo. Então, o razoável é manter a calma.”

Outra informação interessante: “Os dados da Polícia Civil de São Paulo dizem que 80% das reações em roubos terminam com as vítimas feridas ou mortas.”.

Para acesso ao inteiro teor do texto, CliqueAqui.

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