Simplicidade e objetividade – ou como fazer as coisas do jeito mais fácil (nas eleições políticas)

A racionalidade é uma característica do ser humano, mas é mal usada pelas pessoas.

Infelizmente, talvez pela maioria das pessoas.

Impressiona o número dos que se guiam pela emoção, que se orientam pelos instintos, que se baseiam em lugares-comuns e preconceitos.

Ou que escolhem o caminho mais tortuoso, levados pela falta de espírito prático ou mera teimosia.

As consequências são os prejuízos financeiros e emocionais, prejuízos desnecessários.

A análise vale para os indivíduos, mas também tem reflexos nos estudos da sociologia, pois é mais perceptível e frequente nos povos menos desenvolvidos, como os terceiro-mundistas.

Este comportamento pode ser notado nos atos pessoais e coletivos, como o mais importantes deles, que é a eleição política.

A objetividade ensina que é fundamental votar e escolher os melhores candidatos; a simplicidade manda anotar o número e digitar na urna eletrônica.

Mas os eleitores brasileiros preferem complicar: ou juram ódio aos políticos, ou escolhem candidatos que defendem uma bandeira de seu interesse pessoal, ou atendem a um amigo cabo-eleitoral, ou se sentem obrigados a retribuir um pequeno favor.

Milhares acham, com ingênua sinceridade, que votar nalgum “palhaço” é uma forma de protesto que poderá resultar em benefício social futuro.

Não aprendem com as lições do Macaco Tião, do Rinoceronte Cacareco, Cacique Juruna, Thibau e, muito provavelmente, o Tiririca.

(O falecido Enéas tinha até uma consistência intelectual, mas só foi votado pelo papel de ridículo que fazia na campanha televisiva.)

Qual é a dificuldade de compreender que a sociedade só existe a partir de uma organização, e para atingi-la é indispensável a escolha responsável dos seus administradores?

Estes administradores são denominados “políticos”, como poderiam ter outro nome qualquer; o importante é que eles existem, são necessários e, até mesmo, indispensáveis.

Sem organização e administração não há alimentos, não há empregos, não há saúde, não há segurança; simples assim.

O eleitor deve escolher o que lhe parecer melhor; se se enganou, troca de opção na oportunidade seguinte.

E deve acompanhar, precisa fiscalizar, e procurar entender o processo.

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