Família Sarney batiza obras públicas por todo o Maranhão

José Sarney de Araújo Costa, o José Sarney, foi pouco lembrado no dia 24 de abril, quando completou 80 anos de idade.

Ele certamente ficou satisfeito com o esquecimento por uma questão de estratégia: esteve recentemente na mira de mídia por causa de corrupção.

Mas uma coisa é certa: breve recupera os holofotes, e provavelmente com novas acusações. Continue lendo »

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Os curta-metragem obrigatórios foram um fracasso da política de cotas nos cinemas

Na década de 1970 eu tinha um especial prazer de passar fins de semana prolongados no Rio de Janeiro.

Corridas de cavalos eram a parte obrigatória, as optativas eram os cinemas, teatros, passeios.

Na época, o governo militar havia criado a cota para a produção cinematográfica nacional: antes de iniciar algum filme estrangeiro, os cinemas eram obrigados a passar algum filme brasileiro de curta-metragem, com duração mínima de dois minutos, de acordo com o Decreto-lei nº 483, de 03 de março de 1969.

Eram quase todos ruins, inúteis para a filmografia e desinteressantes para os telespectadores, que até aproveitavam para chegar um pouco atrasados à sessão (aproveitando também para confirmar o velho hábito do atraso aos compromissos). Continue lendo »

O vereador precisa ser reconhecido pelos eleitores, mas em Frutal há exageros

O formalismo é um comportamento tradicional nas relações humanas interpessoais, principalmente entre pessoas que pouco se conhecem, ou entre o povo e as autoridades.

Segundo alguns cientistas sociais, o povo brasileiro é um dos menos formais do mundo.

O português, principal formador do brasileiro, é bem mais formal.

Do lado de cá do Atlântico as autoridades que dependem do voto e do apoio popular cultivam a simplicidade no tratamento e a aproximação física, importantes na sobrevivência política.

Encontrei um claro exemplo no site da Câmara Municipal de Frutal, cidade do Triângulo Mineiro, com 55 mil habitantes e situada a 628 quilômetros da capital (Wikipedia). Continue lendo »

Jabulani, a bola superstar que atrapalha os jogadores e a Copa do Mundo

No momento em que pego a pena para escrever estas notas, as atenções brasileiras estão voltadas para a estreia da seleção na Copa do Mundo de 2010.

(Pena é licença poética, nunca usei uma pena de ave nem mesmo a caneta-tinteiro pois sou do tempo da esferografia; agora sou um constante usuário do computador mas ainda preciso de uma caneta e um papel de rascunho para iniciar algum texto.)

Estou longe de ser um fanático por futebol como é tão comum no Brasil, mas sempre apreciei os esportes, e sempre acreditei no seu valor na saúde e no poder de socialização, inclusive como fonte de lazer.

Escrevo após a pouco inspirada estréia da seleção brasileira, o quinto dia de uso da bola criada especialmente para o evento, batizada de Jabulani pela fabricante multinacional Adidas. Continue lendo »

É fácil identificar o mel falsificado

No dia 30/09/07 o programa Globo Rural fez uma ótima reportagem sobre a falsificação de mel.

Um dos méritos da matéria foi ensinar um teste fácil para identificar o produto falsificado.

Outro foi mostrar que não é difícil localizar os falsificadores, basta um pouco de empenho da Polícia.

Melhor usar o verbo no condicional (bastaria), pois a Polícia tem agido pouco e a população tem consumido muito xarope produzido em más condições de higiene pensando que é puro mel de abelha. Continue lendo »

Terno-e-gravata finalmente deixa de ser obrigatório no Grande Prêmio São Paulo

Não li ou ouvi nenhum comentário sobre a queda de um tabu no Grande Prêmio São Paulo (de turfe) de 2010: o fim da obrigatoriedade do terno e gravata.

Era uma tradição que existiu em toda a história do Hipódromo de Cidade Jardim, e que já vinha da Mooca.

Vamos ver se o Jockey Club Brasileiro vai acompanhar o pioneirismo paulista ou vai manter a tradição: apesar do calor carioca, acho que a liberalidade ainda não será para este ano. Continue lendo »

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O administrador público prega a importância da educação, mas na prática…

Estou longe de ser um especialista em mitologia grega, mas acho que eles não inventaram nenhum deus para proteger a educação pública.

Os motivos são os mesmos dos políticos modernos: sem educação, é mais fácil manipular o povão.

Na velhíssima Grécia, este nem votava: a propalada democracia grega era reservada aos homens que tinham posses, uma absoluta minoria.

Hoje o povão vota, mas vota mal, pois faltam informações, conhecimentos; faltou o bom uso do banco da escola. Continue lendo »